Revisitar | Descobrir Guerra Junqueiro


Grémio Literário distingue trabalho sobre Junqueiro

É com satisfação que informamos que o Professor Doutor Henrique Manuel Pereira, Professor da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa (e investigador do Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes /CITAR/, bem como do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa /CLEPUL), foi distinguido pelo júri do Prémio Grémio Literário com a atribuição de uma prestigiante menção honrosa relativa ao ano de 2016 pela obra Guerra Junqueiro e A Folha: Primícias lançada em coedição pela Tenacitas e Alforria.

“Temos entre mãos o trabalho exaustivo e definitivo que faltava em matéria de relações de Junqueiro com A Folha”, escreve o ensaísta e professor António Cândido Franco a propósito da obra, apontando Henrique Manuel Pereira como o primus inter pares dos três monumentos críticos que Junqueiro teve, sendo os outros Lopes de Oliveira e Amorim de Carvalho. Cândido Franco sustenta que “pelo trabalho rigoroso e apaixonado, pela atenção e pela persistência, que encontra sempre novos motivos de observação e de encanto, por tudo o que nos tem dado já, e tanto e tão continuado tem sido, a ponto de ser ele quem hoje num vasto círculo de entendidos melhor sabe do poeta, e por tudo o que ainda dele esperamos, e que tanto e tão alto pode ser, merece o organizador deste trabalho a gratidão de todos os que admiram e estudam Guerra Junqueiro”.

O Prémio Grémio Literário foi atribuído em sessão realizada no dia 18 de Abril, pelas 19 horas, no palacete do visconde de Loures, em Lisboa.

 

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Memória de um Século

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Guerra Junqueiro, Memória de um século

Quase apenas uma reconstituição. Porque somos a memória que temos e a responsabilidade que assumimos

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Henrique Manuel Pereira, Guerra Junqueiro: Memória de um Século. Porto: Alforria, 2016, 218 pp. ISBN: 978-972-95941-5-1



Prefácios e uma recensão; Junqueiro e A Folha: Ateneu Comercial do Porto

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Henrique Manuel Pereira [Org.], Guerra Junqueira e A Folha. Primícias. Seguido de Índice geral da revista. Porto: Alforria-Tenacitas, 2016.

Guerra Junqueiro, Prefácios e uma recensão. Organização, Introdução e Notas Henrique Manuel Pereira. Porto: Alforria-Tenacitas, 2016.



Guerra Junqueiro e A Folha

Henrique Manuel Pereira [Org.], Guerra Junqueira e ´A Folha’. Primícias. Seguido de Índice geral da revista. Porto: Alforria-Tenacitas, 2016.

 “Não custa ver que temos hoje entre mãos o trabalho exaustivo e definitivo que faltava em matéria de relações de Junqueiro com A Folha.

O poeta das “orações” teve até hoje três monumentos críticos: Lopes de Oliveira, este ainda em vida do grande iconoclasta, Amorim de Carvalho e agora Henrique Manuel Pereira. Dos três, o último é o primus inter pares, porque muito trabalhou já e ainda lhe faltam para em definitivo se cumprir muitos anos de realizações. Pelo trabalho rigoroso e apaixonado, pela atenção e pela persistência, que encontra sempre novos motivos de observação e de encanto, por tudo o que nos tem dado já, e tanto e tão continuado tem sido, a ponto de ser ele quem hoje num vasto círculo de entendidos melhor sabe do poeta, e por tudo o que ainda dele esperamos, e que tanto e tão alto pode ser, merece o organizador deste trabalho a gratidão de todos os que admiram e estudam Guerra Junqueiro.”

António Cândido Franco 

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Guerra Junqueiro na lusofilia francesa

Na sequência de Guerra Junqueiro: Fragmentos de Unidade Polifónica, editado pela Cosmorama Editora, Guerra Junqueiro na lusofilia francesa: Traduções (poesia) é o mais recente trabalho de Henrique Manuel Pereira.

Editado com a chancela da Theya-Alforria, aqui se abordam, entre outros, autores como: Philéas Lebesgue, Maxime Formont, Achille Millien, Jules Supervielle, Fernand Lambert, Isabel Meyreles e Evelyne Kesteven.

Este texto, deliberadamente circunscrito às relações de Guerra Junqueiro com os lusófilos e tradutores franceses, é, antes de mais, um trabalho de arqueologia literária e um esforço de fixação de memória. Pretende desmontar a convicção vigente de que a figura e obra poética de Guerra Junqueiro nunca penetrou ou teve eco no meio cultural em França.

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Guerra Junqueiro: Fragmentos de unidade polifónica

“Muitas são as vozes que, em diálogo, se fazem ouvir neste novo trabalho de Henrique Manuel Pereira.

Ao lado de páginas de documentação mal conhecida ou de todo ignorada e de luminosa hermenêutica textual, deparamos com a muito conveniente demolição de ideias feitas. Sempre em nome da restituição do rosto verdadeiro do homem e da herança literária que ele nos legou”.

Luís Machado de Abreu

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