Revisitar | Descobrir Guerra Junqueiro


Guerra Junqueiro: Fragmentos de unidade polifónica

Henrique Manuel Pereira leva-nos em viagem diligente através da recepção de Junqueiro, criador literário de excepção, que, por entre aplausos e repúdios, provocou paixões veementes e foi catalisador de virtudes e vícios tipicamente portugueses.

Ao lado de páginas de documentação mal conhecida ou de todo ignorada e de luminosa hermenêutica textual, deparamos com a muito conveniente demolição de ideias feitas. (Luís Machado de Abreu)

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Lançamento: 24 de abril

Apresentação por António Cândido Franco

UCP – Campus Foz . Auditório Carvalho Guerra

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Revisitar/Descobrir Guerra Junqueiro

Enquanto projecto, o “Revisitar/Descobrir Guerra Junqueiro” terminou na noite de 15 de Novembro de 2011, com a estreia da longa-metragem de documentário Nome de Guerra, a Viagem de Junqueiro, agora pelo circuito de festivais nacionais e internacionais.

Entre 2009 e 2011, fase após fase, pelo cruzamento de uma multiplicidade de linguagens artísticas e uma extraordinária sinergia de esforços, outros produtos foram sendo desenvolvidos e realizados:

É verdade que os Poetas não morrem, transpõem as fronteiras do tempo, continuando eternos e falantes na obra que lhes sobrevive. Terá este projecto suscitado a vontade de (re)ler e conhecer Guerra Junqueiro? Acreditamos que sim. Há provas disso.



Nome de Guerra, a Viagem de Junqueiro (O Filme03)

Nome de Guerra, a Viagem de Junqueiro – documentário sobre a vida, obra, polémicas e pensamento de Guerra Junqueiro.
Esta longa-metragem, em 90 min., produzido pela Escola das Artes da Católica Porto, com realização de Henrique Manuel Pereira, estreia a 15 de Novembro, às 21h30, no auditório Ilídio Pinho, campus da Foz.
Conta com os seguintes apoios:

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Equipa: Boas Festas

É assim desde um longe de há muitos anos: uma Palavra desabrocha, canta, cintila e reza em tudo o que vive. A gente quase a não ouve, mas sente-a. Tem nome de Menino. É a infância dos dias, a felicidade simples, o princípio de uma vida profunda, sempre relacionada à possibilidade de recomeçar.

Tem nome de Menino, é reserva de entusiasmo, acto de fé, em nós e na criação.

É a Primavera do mundo.

Por dentro (é sempre por dentro que os milagres acontecem) se escutares bem, se te chamares para pertinho de ti, talvez oiças essa imensa pequena Palavra. É funda como os séculos, alta como os cedros, e soletra todo o misterioso esplendor da vida.

A Equipa que desenvolve o Revisitar/Descobrir Guerra Junqueiro deseja a quantos nos acompanham nesta aventura um Feliz Natal e um Ano Novo com a luz e a medida dos sonhos de cada um.

HP

 

 



Ecos #7

A noite de 17 de Novembro deverá passar a ser recordada como uma noite singular para a comunidade da Universidade Católica do Porto e da Escola das Artes em particular. O evento “A música de Junqueiro” compilou de forma sublime uma série cuidada de abordagens artísticas e criativas objectivando um enérgico retrato documental da obra de Guerra Junqueiro. Os objectivos foram alcançados. Foi uma noite memorável!

Jaime Neves (Docente de Som e Imagem –EA)



O poeta é como o sol.

Vídeo/tipografia cinética com a assinatura de Carlos S. Caires. Segundo momento do lançamento-concerto de “A Música de Junqueiro”.

HP

Em nome próprio:

“O Poeta é como o sol”: à partir de uma estrofe do poema “Canção de Batalha” de Guerra Junqueiro, fui desafiado a criar uma composição visual original que assistisse, através de imagens, à uma (nova) compreensão do texto. A primeira ideia passou por utilizar apenas tipografia como elemento gráfico, o que foi logo bem aceite pelo proponente. Através de várias metáforas visuais, do movimento de tipos no espaço de composição e do respeito pela crominância dominante de todo o projecto “Revisitar/Descobrir Guerra Junqueiro” penso que se conseguiu um resultado atractivo e que vai (ou pelo menos tentou-se que assim seja) de encontro ao pretendido. Gostaria ainda de realçar a motivação, a curiosidade e a perseverança do Henrique Pereira no acompanhamento do projecto. O seu incentivo constante serviu-nos de energia para produzir com “alguma” dignidade este trabalho.

Carlos S. Caires