Revisitar | Descobrir Guerra Junqueiro


5 Maio, 2015, 12:53 pm
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Dia 24 de abril de 2015, auditório Carvalho Guerra, Universidade Católica Portuguesa (Porto): apresentação do livro “Guerra Junqueiro: Fragmentos de unidade polifónica”, da autoria de Henrique Manuel Pereira, editado pela Cosmorama Edições, com apresentação de António Cândido Franco, no âmbito da Cátedra de Sophia.
Foi este um dos elementos da abertura do evento. Aqui se ouvem as vozes de Ruy de Carvalho, Nuno Júdice, Maria Helena da Rocha Pereira, Daniel Serrão, Fernando Alves e Eunice Muñoz. Concepção e realização de Renata Ramos.

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Guerra Junqueiro: Fragmentos de unidade polifónica

Henrique Manuel Pereira leva-nos em viagem diligente através da recepção de Junqueiro, criador literário de excepção, que, por entre aplausos e repúdios, provocou paixões veementes e foi catalisador de virtudes e vícios tipicamente portugueses.

Ao lado de páginas de documentação mal conhecida ou de todo ignorada e de luminosa hermenêutica textual, deparamos com a muito conveniente demolição de ideias feitas. (Luís Machado de Abreu)

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Lançamento: 24 de abril

Apresentação por António Cândido Franco

UCP – Campus Foz . Auditório Carvalho Guerra



Guerra Junqueiro: Fragmentos de unidade polifónica

“Muitas são as vozes que, em diálogo, se fazem ouvir neste novo trabalho de Henrique Manuel Pereira.

Ao lado de páginas de documentação mal conhecida ou de todo ignorada e de luminosa hermenêutica textual, deparamos com a muito conveniente demolição de ideias feitas. Sempre em nome da restituição do rosto verdadeiro do homem e da herança literária que ele nos legou”.

Luís Machado de Abreu

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Junqueiro, Sena Freitas e Cruz Coutinho – Equívocos em cadeia
11 Fevereiro, 2015, 12:42 pm
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Junqueiro, Sena Freitas e Cruz Coutinho: Equívocos em cadeia, com a chancela da Alforria, é o mais recente trabalho de Henrique Manuel Pereira.

“Este é um livro que traz consigo o que é supremamente difícil trazer: o novo. Repete-se: traz o novo, não a novidade. A novidade é a aparência nova do antigo, é o “já sabido” vestido de outras roupagens, outros métodos, outros conceitos, outra ideologia; o novo é violento, rompe com consensos, impõe-se pela força da argumentação, dá um outro e diferente sentido aos textos antigos e obriga os livros já firmados, as histórias de literatura, a reverem os seus capítulos.” Miguel Real.

capa_equivocos_verm1-cópiaCaptura de ecrã 2015-02-11, às 11.21.16



Revisitar/Descobrir Guerra Junqueiro

Enquanto projecto, o “Revisitar/Descobrir Guerra Junqueiro” terminou na noite de 15 de Novembro de 2011, com a estreia da longa-metragem de documentário Nome de Guerra, a Viagem de Junqueiro, agora pelo circuito de festivais nacionais e internacionais.

Entre 2009 e 2011, fase após fase, pelo cruzamento de uma multiplicidade de linguagens artísticas e uma extraordinária sinergia de esforços, outros produtos foram sendo desenvolvidos e realizados:

É verdade que os Poetas não morrem, transpõem as fronteiras do tempo, continuando eternos e falantes na obra que lhes sobrevive. Terá este projecto suscitado a vontade de (re)ler e conhecer Guerra Junqueiro? Acreditamos que sim. Há provas disso.



Um Poeta três olhares

Passam no próximo dia 15 de Setembro 162 anos do nascimento de Guerra Junqueiro. A data não é das mais redondas, mas não deixa de ser um excelente pretexto para revisitar ou descobrir o Poeta.

Para o efeito, a Confederação_Núcleo para a Investigação Teatral, em parceria com a Escola das Artes da Católica Porto e o Grupo Musical de Miragaia, concebeu uma homenagem a que deu o nome de “Em Nome da Paz: cine-conversa em torno de Guerra Junqueiro”.

Realizada em dois dias, integra a exibição de três filmes que possibilitam diferentes olhares cinematográficos, diferenciados no tempo e na perspectiva, sobre o autor de “Os Simples” e “Pátria”.

Assim, no dia 15, no Auditório de Miragaia, no Porto: às 17h00 são exibidos os filmes Guerra Junqueiro (Leonel Brito) e O Douro nos Caminhos da Literatura… Guerra Junqueiro (Mário Augusto).

Às 21h00, no mesmo auditório, é projectado o documentário Nome de Guerra: a Viagem de Junqueiro, longa-metragem realizada por Henrique Manuel Pereira e produzida pelo departamento de Som e Imagem da Escola das Artes da Católica Porto. Seguir-se-á uma cine-conversa com os realizadores Leonel Brito, Mário Augusto e Henrique Manuel Pereira, moderada por Miguel Ramos.

Dia 16:
10h30: Visita à Casa-Museu Guerra Junqueiro
11h45: Visita à Fundação Maria Isabel Guerra Junqueiro e Luís Pinto de Mesquita Carvalho.
Estando as visitas condicionadas a um número máximo, os interessados podem realizar a pré-inscrição através do e-mail confederacao.nit@gmail.com.



Morena – Fados de Amor

A Música de Junqueiro, livro com CD duplo, editado pela Universidade Católica Editora.Porto, lançado em 2009, está desactualizado. Dizemo-lo com satisfação. Em A Música de Junqueiro reunimos tudo quanto, então, conseguimos encontrar de composições musicais criadas com base na poesia de Guerra Junqueiro.
Após isso, no Brasil, descobrimos, uma outra peça, “Morena”, musicada por Francisca Gonzaga. Como demos conta, gravamo-la no CD de Uma História Cómico-Marítima, sendo essa, a nossa conhecimento, a primeira gravação daquela composição musical.
Que encanto especial terá a “Morena” que Guerra Junqueiro publicou em A Musa em Férias, no remoto ano de 1879? A pergunta faz sentido, uma vez que foram vários os compositores que a musicaram: A. Duarte da Costa Reis, Fernández Gil, G. Romanoff Salvini, J. A. Saldanha Júnior, João Arroio e Óscar da Silva, com posteriores arranjos de Fernando Valente.
Mais recentemente, e esta a razão do post, musicou-a também Pedro Pinhal. Podemos ouvi-la no CD Fados de Amor (2012) de Rodrigo Costa Félix, com interpretação de Rodrigo Costa Félix e Katia Guerreiro.