Revisitar | Descobrir Guerra Junqueiro


Guerra Junqueiro: (Ainda) um equívoco

Corria o ano de 1910 quando Guerra Junqueiro afirmou: “O embuste mais inacreditável, se o enxertarem com destreza num ódio político ou religioso, tem logo seiva para alimento, deita vergônteas e dá frutos”. Volvidos mais de cem anos, sabemos hoje quão certeira é aquela asserção, sobretudo se a tomarmos como grelha de leitura do mito Junqueiro que várias gerações foram enxertando e alimentando.

Serviu isso de mote para a conferência Guerra Junqueiro: (Ainda) um equívoco proferida por Henrique Manuel S. Pereira, no Pavilhão Multimeios de Espinho, em 28 Janeiro 2011, a convite do Departamento de Ciências Sociais e Humanas da Escola EB 2/3 Sá Couto.

Com a devida vénia, transcrevemos de Espinho TV: “Feita a apresentação do conferencista, pela directora do agrupamento, Noémia Brògueira, Henrique Pereira, em cerca de duas horas, abordou a vida, obra e pensamento de Guerra Junqueiro (ilustre poeta, político, filósofo e coleccionador de arte). Foi um momento de verdadeira aprendizagem, durante o qual uma série de mitos, teimosamente colados a Guerra Junqueiro, foram sendo desmontados.

Aos olhos de quem ali compareceu emergiu um novo Guerra Junqueiro.”

http://www.espinho.tv/index.php?option=com_content&view=article&id=2119:sa-couto–qguerra-junqueiroainda-um-equivocoq&catid=61:multimeios&Itemid=142

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Uma utopia é mais ou menos o equivalente de uma possibilidade; o facto de uma possibilidade não ser uma realidade significa apenas que as circunstâncias com as quais a primeira está articulada num determinado momento a impedem de ser a segunda, porque de outra forma ela mais não seria do que uma impossibilidade. Se essa possibilidade for liberta das suas dependências e puder desenvolver-se, nasce a utopia. É um processo semelhante àquele que se verifica quando um investigador observa a transformação de um elemento num composto para daí tirar as suas conclusões. A utopia é a experiência na qual se observam a possibilidade de transformação de um elemento e os efeitos que ela provocaria naquele fenómeno composto a que chamamos vida.

Robert Musil

Comentar por M. João M. (@Tuverdemar)




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